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Archive for fevereiro \24\UTC 2010

Ai que emoção!  No fim de semana recebi pisos, azulejos e as faixinhas dos banheiros de casa. Comprei tudo no final de dezembro, mas algumas peças são vendidas por encomenda (pode demorar até 90 dias, dependendo do material).

Como  eu não tinha pressa  (estou temporariamente sem pedreiro, que está em uma obra, digamos, mais urgente, por conta das chuvas em São Paulo, rs), comprei mesmo assim e aceitei o prazo. Mas chegaram mais rápido do que imaginava. Viva!

Agora aguenta a ansiedade pra ver tudo instalado… Tirei algumas fotos do material de um dos banheiros, mas nem todas mostram exatamente como são.  A-do-ro pastilhas, de todos os tipos, mas elas não são, digamos, baratas, principalmente para instalar num banheiro inteiro. Então, resolvi colocá-las apenas como detalhe, como faixa de um dos banheiros. Comprei um modelo da linha Cristal, da Colortil (site sendo reformulado).

Pastilhas de vidro, da Colortil

Adoro verde!

Elas vêm assim, em placas de 30×30 cm e, para quem não sabe, são coladas numa espécie de tela, para facilitar na hora de assentar, e são bem flexíveis (molengas). Digo isso porque muita gente pensa que elas são colocadas uma a uma, já imaginou o trabalhão? Já presenciei o espanto de pessoas nas lojas, inclusive rs, quando veem que elas são como um piso mesmo. A tela de fundo some, quando a pastilha recebe o rejunte.

Ah, mas você deve estar se perguntando: mas ela não disse que usaria como faixa no banheiro? Sim… o “truque” será cortá-las… usarei duas fileiras como faixinha, dividindo os dois tons do azulejo: verde em cima e branco embaixo. É mais ou menos assim:

Aqui dá pra ver a telinha que vem atrás das pastilhas. Podem ser recortadas em quantas fileiras desejar

O fato de usar as pastilhas recortando-as foi ideia e sugestão do vendedor (comprei tudo na Dicico). A faixa de pastilha com duas fileiras já pronta sairia muito mais cara (era de outra marca, não me lembro agora), fosca e os tons de verde um pouco mais apagados.

Já o revestimento é da Gyotoku, falei deles outro dia aqui, modelos Gallery Green e Gallery White. Na foto que tirei em casa não dá pra ver muito bem, mas eles são verdinhos e brancos, com riscas que “imitam” pátina (uma técnica de pintura de móveis e parede). Medem 27×42 cm e serão assentados na vertical.

A foto do revestimento que tirei em casa

Foto do produto do site da Gyotoku

Gallery White, também do site, mas não dá pra ver as riscas

Esta outra foto de divulgação da própria Gyotoku dá pra ter uma ideia melhor, apesar de parecer um verde mais escuro do que é na realidade (ou será que na foto usaram o Gallery Blue?).

Foto de divulgação da Gyotoku

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Acabo de receber o meu livro 150 ideias de decoração de Casa Cláudia (ah, o volume II), que comprei pela metado do preço no site da Loja Abril.

Ele é grandão, tem fotos lindas e legendas explicativas (ehhhhh!)

Vou apreciar com calma, depois coloco algumas ideias aqui.

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Comprei  nas bancas semana passada o primeiro volume da Coleção Folha Decoração&Design. Na verdade dois, já que, como promoção de lançamento, reuniram o volume 1 (Casas Contemporâneas) e o 2 (Cores e Texturas) por um único preço: R$ 14,90.

As fotos são lindas, a maioria de página inteira, mas só. Praticamente nada de legenda ou explicações sobre as técnicas e/ou materias empregados nos ambientes. Uma pena!

Fiquei um tanto decepcionada e não me interessei pelos demais volumes (são 20). Mas, uma foto do volume 2 me encantou: um sofá neutro (ou nude, como dizem os fashionistas) com almofadas coloridas. Quero pra mim!

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Listras largas e em cores suaves enfeitam a cabeçeira

Acho uma graça paredes listradas. No meu quarto já tem um lugar reservado para elas onde, a princípio, foi feito um rebaixo no reboco para o encaixe da cabeceira da cama (igual na foto acima). Isto antes da mudança de planos, da possibilidade de inclusão do closet, e a cama acabou tendo que mudar de parede.

Simples de fazer, não requer muita prática nem habilidade. Tá bom vai, talvez um pouquinho…

  • Primeiro é preciso definir a largura das listras com uma régua, marcando a parede com um lápis, por exemplo;
  • Elas podem ser de tamanhos regulares ou uma mescla de listras grossas e finas, verticais ou horizontais, de cores neutras, tom sobre tom ou mais vibrantes, vai do gosto do freguês;
  • Depois, é só aplicar fita crepe para proteger a parte que não receberá tinta (ah, a parede já deve estar previamente pintada de branco, por exemplo);
  • Com um rolinho é só preencher os espaços com as cores escolhidas;
  • Só depois que a tinta secar completamente as fitas crepe podem ser removidas.

Sem inspiração para a escolha das cores? Dá uma olhada nos encartes  “Efeito das cores” que a Suvinil preparou para a revista Casa Cláudia com dicas de combinações entre cores e objetos. Os aquivos são em PDF e dá pra imprimir!

A Coral também lançou o “Ideia Card”, sete guias de combinação de cores (vermelhos, laranjas, amarelos, verdes, azuis, violetas e neutros). Eu tenho uma pastinha fofa com os encarte da Coral, recebi em casa, pelo correio (já faz um bom tempo). Não sei se eles ainda enviam, mas já cheguei a ver folders em lojas de tintas.

Horizontais e verticais na mesma parede

Listras verticais e horizontais na mesma parede

As listras mais finas são da largura da fita crepe

Como detalhe no corredor

Na horizontal, multicoloridas e de várias larguras

Par destacar o balcão que separa a cozinha da sala de estar

Colorindo o quarto do bebê

Como pintura de fundo entre as prateleiras

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