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Archive for janeiro \31\UTC 2010

O ambiente vazio parece maior do que realmente é. Então, é preciso imaginar que nele cabe menos do que você pensa e não o contrário. Lembro de um amigo quando se casou, comprou sofás de dois e três lugares para uma sala minúscula do apartamento recém comprado (comprida, tipo corredor), onde só caberia mesmo um sofá e o móvel da TV, um de frente para o outro.

A fita métrica ou a trena são amigas inseparável de quem está construindo, reformando ou decorando a casa. Para a compra de revestimentos, você precisa das medidas exatas. O mesmo vale para móveis. Assim, antes de sair às compras, é preciso medir o espaço.

Nas lojas pesquise, anote as dimensões de cada peça e veja como ela pode ficar no cômodo.  Um bom exercício é usar jornal e fita crepe, simulando cada móvel. Caminhando pelo local dá para ter uma ideia de como ele ficará, se o espaço para a circulação é suficiente ou parece apertado. Lembre-se de que alguns centímetros podem fazer muita diferença.

Muitas peças podem ser dispensadas ou repensadas, como é o caso das mesas de centro e laterais, criados-mudo, aparadores etc. Um puf pode servir de mesa de centro, para apoio de bandejas ou mesmo como um lugar a mais para se sentar. Vai depender da necessidade de cada situação. Abajoures ou luminárias podem ser instalados na parede ao lado da cama, ou apoiados em prateleiras, dispensando os criados-mudos, e por ai vai.

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Para a mesa do computador, tinha pensado em cavaletes de madeira com um tampo também em madeira ou de vidro, simples, bonita e barata.

O bom é que a mesa pode ser do tamanho que você quiser, de acordo com o espaço disponível.  Para o tampo de madeira, por exemplo, pode ser adaptada uma porta lisa que se compra por uns R$ 100,00 ou até menos. Já os cavaletes, em lojas de material de construção (como a própria Leroy, a Telha Norte e a C&C) são vendidos por menos de R$ 30,00.  Dá pra economizar muuuito e eles podem ser pintados apenas com verniz, de branco ou na cor que você desejar.

Olha só o modelo que vi na Tok Stok. É fabricada em madeira maciça de reflorestamento certificada (Pinus Taeda).  A loja também vende só o cavalete. Fofo, mas o preço…

Este outro é da Leroy Merlin e sai mais em conta:

Um foto pra se inspirar…

Cavaletes na mesa da sala de jantar

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Madeiras de demolição

É possível adotar a reciclagem de materiais numa obra em vários momentos. Um deles é empregar madeiras de demolição, principalmente em tempos de preocupação com o meio ambiente, pois não agride a natureza.

A madeira escolhida para minha casa foi a peroba-rosa, já envelhecida e seca, em forma de pranchas (0,30 x 0,06 x 5,00). Toda a estrutura do telhado (que recebeu telhas romanas) foi feita com ela, devidamente lixada, impermeabilizada e protegidas de possíveis ataques de cupins.  Aliás, o reaproveitamento de madeiras foi dica do próprio telhadista, para baratear o custo.  É incrível como ficam novinhas em folha. Nem de perto parece que foi reutilizada.

O responsável pelo garimpo das madeiras é meu marido. Ele vasculha as demolidoras – que eu chamo de “desmanches” de obras, que abrigam todo tipo de material usado, como portas, janelas, portões etc. – em busca das melhores peças e dos melhores preços.

A peroba-rosa também foi usada na fabricação dos batentes e, logo mais, das portas e venezianas. Mesmo com a compra da matéria-prima, somada à mão-de-obra, o custo foi bem menor do que os orçamentos que fizemos em lojas especializadas (como as da Rua do Gasômetro, no Brás).

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Eu já tinha desistido da ideia de fazer um closet no meu quarto por conta do espaço. Eis que me deparei com uma matéria da revista Casa Cláudia (Jun/2001) que comprei num sebo durante a minha estadia na praia nas férias.

Com a fita métrica nas mãos, fomos eu e meu marido medir o nosso futuro quarto. E não é que cabe mesmo o danado?

Adoro quando as reportagens trazem o desenho da planta da casa destacando o local de instalação do móvel. Fica muito mais fácil de visualizar do que apenas nas fotos, que nem sempre mostram os melhores ângulos.

O closet terá a medida de 2,60 x 1,80 (um módulo com prateleiras e gavetas de cada lado com 0,50 de profundidade e  um corredor de 0,80 no meio, assim como na foto ao lado).

Por enquanto é só um projeto, baseado na matéria da revista, ainda não chamei um marceneiro para fazer orçamento e discutir onde onde ficarão os sapatos, os cabideiros as gavetas  etc. Depois conto mais.

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Clica que fica maior!

Fiquei enlouquecida com umas luminárias de sisal que estavam em uma sala no Hotel Fazenda onde passei uma semana das minhas férias. Não resisti, entrei e tirei umas fotos. Como o hotel está sendo ampliado, acredito que elas serão instaladas nos quartos novos. Perguntei na recepção, mas ninguém soube me dizer de onde elas vieram e onde eu poderia comprá-las. Eram tantas e eu querendo apenas uma…

Provavelmente elas são fabricadas em teares, mas também é possível fazer em casa. Minha irmã (que é artista plástica) já tentou improvisar uma para a casa dos meus pais. Até que ficou bem parecida. Quem quiser tentar vai precisar de:

  • Um rolo de sisal;
  • Uma bola daquelas “dente-de-leite” grande (ou da menor), que a gente sempre vê em postos de gasolina rsrs;
  • Cola branca.

O sisal umedecido na colar deve ser enrolado na bola formando uma teia, deixando uma abertura em um dos lados (onde fica a válvula da bola) para a colocação da lâmpada e encaixe no bocal do teto. Deve-se passar mais cola ao final e esperar secar. Depois, é só murchar a bola e está pronta. O resultado é uma bola firme e leve.

Na luminária da foto tem uma cordinha para pendurar, que você também pode adaptar, como se fosse uma trança. tudo depende de como ela será utilizada.

As bolas de sisal também podem ser compradas na região da 25 de março (SP) por volta de R$ 50,00, coloridas ou na cor natural.  É uma opção bonita, diferente e barata (custa menos do que um abajur).

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Porcellanato Super Bianco Natural e Polido da Gyotoku na Casa Cor 2009

Estou comprando pisos e revestimentos para a minha casa, inicialmente para os banheiros e para o lavabo. São horas dentro das lojas olhando e elegendo os favoritos. Na sexta-feira (8) fui visitar o show room da Gyotoku (na fábrica, em Suzano – SP) para ter mais ideias. Fui muito bem atendida e ainda ouvi várias dicas sobre os porcelanatos e as cerâmicas retificadas:

  • O primeiro possui três tipos de acabamento: o natural, o polido (brilhante, vitrificado), e o acetinado (fosco e muito agradável ao toque);
  • O polido apresenta superfície plana e porosa, devido ao processo de polimento.  Apesar da baixa absorção de água (< 0,1%), o acabamento do material faz com que peças fiquem mais vulneráveis às manchas (de sucos, refrigerantes, produtos de limpeza, gordura etc.), principalmente os pisos de cor branca. Quem tem criança como eu, melhor escolher outra opção ou poderá decepcionar-se no futuro. Eles também são mais fáceis de riscar e mais escorregadios;
  • Uma das vantagens deste material é que elepode ser aplicado tanto em paredes quanto no piso, mas precisa de uma argamassa específica (e mais cara) para ser assentado;
  • O porcelanato é assentado com junta seca – quando uma peça é instalada bem próxima da outra, quase sem espaço para o rejunte, o que dá efeito de placa única;
  • Já as cerâmicas retificadas deferenciam-se das comuns devido ao acabamento completamente liso e reto, com dimensões precisas em todas as peças. O assentamento é semelhante ao porcelanato e, geralmente, o custo é menor;
  • Segundo a consultora da Gyotoku, as cerâmicas retificadas são ótimas opções para revestir cozinhas, também por conta da junta seca, que não permitirá o acúmulo de sujeira. Além disso, é uma área quase que totalmente coberta por armários, o que não exige muitos detalhes no revestimento, já que o destaque ficará mesmo por conta dos móveis e eletrodomésticos.

Desde já o porcelanato é a minha escolha para revestir os pisos de toda a casa (exceto o dos quartos, onde usarei laminado). As placas imitam cimento, pedras, madeira, metal e tecido. É um acabamento mais lindo do que o outro e, realmente, um desafio na hora da compra, mas falarei disso em outro post.

Fica a dica: sempre é possível escolher materiais semelhantes e também de boa qualidade, mas sem pagar muito caro por isso. O segredo é pesquisar, andar de loja em loja, comparar preços, materiais, qualidade e custos de instalação (como argamassa e mão-de-obra).

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Ano-novo, casa nova. Espero que 2010 seja, literalmente, um ano de muitas mudanças. A construção do meu sobrado, que já se encaminha para o quarto ano (desde maio/2007), entra na reta final, a fase de acabamento.

Todas as etapas foram especiais e muito comemoradas mas, a partir de agora, a casa tomará forma de verdade, com portas e janelas, pisos e azulejos, cores, texturas, móveis e decoração.

Este é o primeiro post de muito outros onde contarei os detalhes desta aventura que é a construção de uma casa nova.

Feliz 2010!!!!

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